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Volvo agrega caminhões 100% Biodiesel no transporte de peças para sua fábrica em Curitiba

Iniciativa amplia a descarbonização da logística de componentes que abastecem a produção de caminhões e ônibus da Volvo em Curitiba (PR). Unidade já emprega também caminhões pesados elétricos em diversas rotas

Assessoria de Imprensa

04/03/2026 09h00

Os veículos adquiridos pela Transdotti Transportes, que são três novos Volvo FH B100 Flex, irão rodar com biocombustível de origem totalmente renovável, evitando a emissão de até 370 toneladas de CO₂ por ano.

Iniciativa amplia a descarbonização da logística de componentes que abastecem a produção de caminhões e ônibus da Volvo em Curitiba (PR). Unidade já emprega também caminhões pesados elétricos em diversas rotas.

“Esse é mais um avanço na jornada da sustentabilidade da Volvo. Além de oferecer ao mercado produtos com baixas emissões de CO₂, estamos ampl

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Os veículos adquiridos pela Transdotti Transportes, que são três novos Volvo FH B100 Flex, irão rodar com biocombustível de origem totalmente renovável, evitando a emissão de até 370 toneladas de CO₂ por ano.

Iniciativa amplia a descarbonização da logística de componentes que abastecem a produção de caminhões e ônibus da Volvo em Curitiba (PR). Unidade já emprega também caminhões pesados elétricos em diversas rotas.

“Esse é mais um avanço na jornada da sustentabilidade da Volvo. Além de oferecer ao mercado produtos com baixas emissões de CO₂, estamos ampliando cada vez mais a descarbonização dos nossos próprios processos industriais”, afirma Bettina Konig, head de operações de transporte de manufatura da Volvo.

Desde 2024, a logística de recebimento de peças da fábrica já opera diversos caminhões Volvo FM Electric, em rotas de média distância.

Rotas longas - A Transdotti se interessou pelos modelos Volvo FH B100 Flex após o “Logistics Suppliers Day 2025”, evento voltado aos fornecedores da marca.

“Estamos continuamente reduzindo as emissões de CO₂ no fluxo de transporte de componentes que vêm para nossa fábrica. Agora, os caminhões B100 Flex vão cobrir rotas longas, que ainda não são viáveis para os modelos elétricos”, destaca Aline Gaensly, head de compras de serviços logísticos.

Classificados como NEVs (New Energy Vehicles/veículos de energias alternativas), os caminhões Volvo FH B100 Flex contam com um motor de tecnologia exclusiva, que permite o uso tanto de Biodiesel 100% quanto de diesel convencional, disponível nos postos.

“Quando abastecido com Biodiesel puro, a redução nas emissões de CO₂ do poço à roda pode chegar a 90%, dependendo da origem e do método de produção do biocombustível”, assegura Alexandre Mohr, gerente de produto para combustíveis alternativos da Volvo.

Viabilidade - Até agora, caminhões a Biodiesel vinham sendo adquiridos principalmente por empresas que fabricam seu próprio biocombustível.

“A Transdotti é uma das primeiras a utilizar o Volvo FH B100 Flex fora do ecossistema de produção do biocombustível. Colocar esses veículos na logística de nosso complexo industrial comprova a viabilidade da utilização desse produto em qualquer tipo de aplicação”, afirma Mohr.

Com plotagem especial de identificação, os caminhões serão utilizados no transporte de peças de fornecedores de São Paulo até a fábrica da Volvo, no Paraná. Cada veículo deverá rodar cerca de 10 mil quilômetros por mês.

“Para nós, é uma excelente oportunidade de desenvolver algo inovador com a força e a credibilidade da marca Volvo. Também temos em nosso DNA a preocupação com o meio ambiente. Por isso, essa é uma parceria estratégica”, assegura Affonso Dotti Neto, CEO da Transdotti.

Entre as providências da Transdotti para operar os novos veículos com 100% Biodiesel, um tanque de abastecimento exclusivo foi instalado em sua unidade de Colombo (PR), matriz da transportadora.

Outra vantagem decisiva para a aquisição dos veículos é o fato de serem flex. Em caso de necessidade, podem ser abastecidos com o diesel convencional, disponível nos postos do País, aspecto favorável também em eventual revenda futura dos veículos.

“Diante disso, existe a possibilidade de ampliarmos esse tipo de investimento”, completa Affonso Dotti.

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