Assessoria de Imprensa
27/02/2026 12h32
A Aura reportou um EBITDA Ajustado (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de US$ 547,7 milhões no acumulado de 2025.
O valor representa um crescimento de 105% em relação aos resultados de 2024.
A receita líquida da companhia somou US$ 921,7 milhões no ano, alta de 55% frente ao período anterior.
No 4º trimestre de 2025, o EBITDA Ajustado atingiu US$ 207,9 milhões, valor 162% superior ao registrado no mesmo trimestre de 2024.
A receita líquida entre outubro e dezembro totalizou US$ 321,6 milhões, o que corresponde a uma variação positiva de 88% em doze meses.
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A Aura reportou um EBITDA Ajustado (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de US$ 547,7 milhões no acumulado de 2025.
O valor representa um crescimento de 105% em relação aos resultados de 2024.
A receita líquida da companhia somou US$ 921,7 milhões no ano, alta de 55% frente ao período anterior.
No 4º trimestre de 2025, o EBITDA Ajustado atingiu US$ 207,9 milhões, valor 162% superior ao registrado no mesmo trimestre de 2024.
A receita líquida entre outubro e dezembro totalizou US$ 321,6 milhões, o que corresponde a uma variação positiva de 88% em doze meses.
A produção total da empresa em 2025 foi de 280.414 onças equivalentes de ouro (GEO), volume 5% maior que o de 2024.
No 4º trimestre de 2025, a produção alcançou 82.067 GEO, um aumento de 23% na comparação anual.
As vendas acompanharam o movimento, com 278.296 GEO comercializadas no ano (+3%) e 80.447 GEO no trimestre (+16%).
“Encerramos 2025 com resultados recordes, impulsionados pela combinação de maior produção, preços mais elevados dos metais e disciplina na gestão de custos”, declarou a empresa em comunicado.
“Registramos EBITDA Ajustado anual histórico de US$ 547 milhões a um preço médio de ouro de US$ 3.446/oz, com destaque para o desempenho excepcional no 4º trimestre”, observou.
O custo sustentável (AISC) encerrou o ano em US$ 1.458 por onça, um aumento de 10% comparado a 2024.
No 4º trimestre, o AISC foi de US$ 1.521 por onça, aumento de 9% frente ao mesmo período do ano anterior.
Apesar do crescimento operacional, a Aura registrou prejuízo líquido contábil de US$ 79,3 milhões em 2025 e de US$ 19,9 milhões no 4º trimestre.
Segundo o relatório, o resultado foi impactado por ajustes de marcação a mercado em posições de proteção (hedge) do ouro, que geraram perdas não caixa devido à valorização do metal.
Excluindo esses e outros efeitos não recorrentes, o lucro líquido ajustado anual foi de US$ 205,7 milhões, alta de 152% sobre 2024.
A dívida líquida da mineradora recuou para US$ 117,6 milhões ao fim de 2025, uma redução de 32% na comparação anual.
A alavancagem financeira fechou o período em 0,28x na relação dívida líquida/EBITDA Ajustado.
O ano de 2025 também marcou o início da produção comercial da unidade de Borborema e a aquisição da MSG, em Goiás, concluída em dezembro por US$ 72,8 milhões.
Para 2026, a Aura projeta uma produção entre 340 mil e 390 mil GEO.
26 de fevereiro 2026

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