Assessoria de Imprensa
11/08/2026 00h01
A Tupy anunciou os resultados referentes ao segundo trimestre de 2026, destacando a recuperação sequencial de seus principais indicadores.
Impulsionada pela retomada de volumes no mercado externo, pelo avanço de iniciativas de eficiência operacional e por uma rigorosa disciplina financeira, a companhia registrou um fluxo de caixa operacional de R$ 303 milhões no período.
Esse montante representa um avanço de 185% em relação ao mesmo período do ano anterior, evidenciando o êxito das medidas de gestão e a solidez da empresa em um ambiente macroeconômico desafiador.
A receita líquida consolidada alcançou R$ 2,
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A Tupy anunciou os resultados referentes ao segundo trimestre de 2026, destacando a recuperação sequencial de seus principais indicadores.
Impulsionada pela retomada de volumes no mercado externo, pelo avanço de iniciativas de eficiência operacional e por uma rigorosa disciplina financeira, a companhia registrou um fluxo de caixa operacional de R$ 303 milhões no período.
Esse montante representa um avanço de 185% em relação ao mesmo período do ano anterior, evidenciando o êxito das medidas de gestão e a solidez da empresa em um ambiente macroeconômico desafiador.
A receita líquida consolidada alcançou R$ 2,5 bilhões, um crescimento de 7% na comparação com o primeiro trimestre deste ano.
Esse avanço reflete a recuperação gradual da demanda e o ganho de participação em segmentos estratégicos, especialmente em aplicações de veículos comerciais no mercado norte americano, marcados pelo início de novos projetos e retomada de programas.
Na comparação com o mesmo período do ano anterior (2T25), a receita apresentou retração de 6%, refletindo a valorização de 11% do real frente ao dólar, além da conjuntura de juros elevados e restrições de crédito no mercado interno.
A retomada gradual dos volumes e a execução de iniciativas de eficiência operacional possibilitaram que o Ebitda Ajustado atingisse R$ 156 milhões, um salto de 57% frente ao trimestre anterior (1T26), representando expansão de 200 pontos-base na margem, que subiu de 4,3% para 6,3%.
Na comparação com o mesmo período do ano anterior (2T25), o Ebitda Ajustado apresentou queda de 26%, afetado principalmente por impactos cambiais, mitigados parcialmente pela melhoria no mix de produtos e ganhos de eficiência operacional, no valor de R$ 68 milhões.
“A grande notícia do trimestre foi a nossa geração de caixa. Alcançamos R$ 303 milhões no trimestre e R$ 502 milhões no semestre, fruto, entre outros fatores, da gestão do capital de giro”, afirma Harro Burmann, CEO da Tupy.
“Acreditamos que o que vai fazer a Tupy crescer muito mais é o volume de produtos de alto valor agregado, principalmente focando em usinagem e montagem. Vamos trabalhar para fazer escolhas estratégicas de portfólio: alocar a peça certa, na linha certa, na planta certa e para o cliente certo", concluiu.
A Companhia reduziu sua dívida líquida para R$ 1,9 bilhão, uma retração de 26% em relação ao segundo trimestre de 2025 e de 8% frente ao trimestre anterior.
A Tupy inicia o segundo semestre inicia com uma carteira de pedidos mais robusta, sinalizando crescimento de demanda impulsionado por investimentos em infraestrutura e aumento das encomendas para as montadoras nos Estados Unidos e Europa.
12 de agosto 2026
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