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MINERAÇÃO
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Paradas não planejadas custam US$ 15 bilhões por ano à mineração, mostra estudo

Para enfrentar o problema, empresas aceleram a adoção de tecnologias; índice já chega a 75% nas economias mais avançadas

Assessoria de Imprensa

22/07/2026 10h46 | Atualizada em 22/07/2026 15h02

A atividade mineral é o motor de dois terços do saldo positivo da balança comercial do Brasil e deve receber US$ 76,9 bilhões em investimentos até 2030, segundo o Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram).

Em um setor que opera 24 horas por dia, no entanto, qualquer interrupção custa caro. Uma pesquisa da GlobalData revela que o tempo de inatividade não planejada custa impressionantes US$ 15 bilhões anuais ao setor globalmente.

Para combater esse gargalo, a mineração acelera a transformação digital. Dados do Intergovernmental Forum on Mining, Minerals, Metals and Sustainable Development (IGF) mostram que a taxa de

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A atividade mineral é o motor de dois terços do saldo positivo da balança comercial do Brasil e deve receber US$ 76,9 bilhões em investimentos até 2030, segundo o Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram).

Em um setor que opera 24 horas por dia, no entanto, qualquer interrupção custa caro. Uma pesquisa da GlobalData revela que o tempo de inatividade não planejada custa impressionantes US$ 15 bilhões anuais ao setor globalmente.

Para combater esse gargalo, a mineração acelera a transformação digital. Dados do Intergovernmental Forum on Mining, Minerals, Metals and Sustainable Development (IGF) mostram que a taxa de adoção de novas tecnologias já atinge 75% nas minas de economias avançadas, contra 45% nos mercados emergentes.

“Na mineração, durabilidade e robustez impactam diretamente o custo total de operação (TCO). Qualquer falha de equipamento gera paradas, perda de produtividade e explosão nos custos de manutenção”, afirma Paula Cristina Dani, CEO da Milwaukee Brasil, operação nacional da fabricante global de ferramentas industriais de alta performance.

O verdadeiro custo do "Downtime" - Paula explica que a compra de ferramentas no setor não se baseia no preço nominal, mas na capacidade de suportar ambientes severos e reduzir o downtime (tempo de máquina parada).

“Muitas vezes, o maior prejuízo não é o valor da ferramenta, mas o minuto em que a operação fica paralisada. Equipamentos mais confiáveis e autônomos pagam-se rapidamente ao manter o fluxo produtivo ativo”, pondera a executiva.

Como exemplo prático dessa eficiência, a CEO destaca a chave de impacto M18 FUEL™ 1" (modelo 2867-259N) da Milwaukee. Desenvolvida para aplicações extremas, como manutenção de britadores, correias transportadoras e ferrovias, a ferramenta substitui sistemas pneumáticos sem depender de compressores ou mangueiras.

"Ferramentas potentes e a bateria não são gastos de manutenção; são estratégia de produtividade. Quanto mais rápido o ativo retorna à operação, maior a eficiência do negócio", complementa a executiva.

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