Brasil 61
16/08/2023 08h37 | Atualizada em 21/08/2023 13h44
Um novo decreto para regulamentar a distribuição dos royalties da mineração será enviado à Casa Civil pelo Ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.
O anúncio foi feito na segunda-feira (14) e prevê a destinação de 15% da arrecadação dos royalties para os municípios afetados pela mineração.
Considerada o royalty da mineração, a Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM) é paga pelas mineradoras à União que, por sua vez, faz a divisão e os repasses aos estados e municípios.
A fiscalização é fe
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Um novo decreto para regulamentar a distribuição dos royalties da mineração será enviado à Casa Civil pelo Ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.
O anúncio foi feito na segunda-feira (14) e prevê a destinação de 15% da arrecadação dos royalties para os municípios afetados pela mineração.
Considerada o royalty da mineração, a Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM) é paga pelas mineradoras à União que, por sua vez, faz a divisão e os repasses aos estados e municípios.
A fiscalização é feita pela Agência Nacional de Mineração (ANM). Especialistas do setor comemoraram o anúncio.
“A lei já existe, mas há grande necessidade da regulamentação”, diz o advogado Valmor Bremm, sócio do contencioso minerário da Advocacia Bremm.
Segundo ele, não é somente o local que extrai diretamente o minério que é impactado pela atividade.
“O setor está muito confiante e esperançoso. Com essa regulamentação, pretende-se que todos os afetados sejam beneficiados por um recurso extremamente necessário, de forma igualitária”, comenta Bremm.
Pelo decreto, os royalties de mineração devem ser pagos aos municípios não-produtores em três diferentes casos:
As mudanças previstas incluem repasse para municípios por onde passam ferrovias (de 50% para 55%), que mantêm estruturas para mineração (de 30% para 35%), por onde passam minerodutos (manutenção dos 5% acordados) e com portos (redução de 15% para 5%).
Pela proposta, cerca de 800 municípios passariam a receber mais, enquanto outras 200 cidades receberiam menos em função da redução dos repasses das cidades portuárias.
30 de janeiro 2026
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