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Mercado de locação de equipamentos deve crescer 7% em 2026

Nos últimos cinco anos, o setor tem apresentado um aumento médio de 10% ao ano

Assessoria de Imprensa

26/03/2026 15h59 | Atualizada em 26/03/2026 20h12

O mercado brasileiro de locação de máquinas e equipamentos deve alcançar um faturamento de R$ 52,9 bilhões em 2026, o que representa um crescimento de 7% em relação ao ano passado, quando atingiu R$ 49,4 bilhões.

Nos últimos cinco anos, o setor tem apresentado um aumento médio de 10% ao ano. Os dados são do Rental Market Report, elaborado pela consultoria KPMG, a pedido da Associação Brasileira dos Sindicatos e Associações Representantes dos Locadores de Equipamentos, Máquinas e Ferramentas (Analoc), com o apoio da Associação Brasileira de Tecnologia e Gestão de Equipamentos (Sobratema).

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O mercado brasileiro de locação de máquinas e equipamentos deve alcançar um faturamento de R$ 52,9 bilhões em 2026, o que representa um crescimento de 7% em relação ao ano passado, quando atingiu R$ 49,4 bilhões.

Nos últimos cinco anos, o setor tem apresentado um aumento médio de 10% ao ano. Os dados são do Rental Market Report, elaborado pela consultoria KPMG, a pedido da Associação Brasileira dos Sindicatos e Associações Representantes dos Locadores de Equipamentos, Máquinas e Ferramentas (Analoc), com o apoio da Associação Brasileira de Tecnologia e Gestão de Equipamentos (Sobratema).

“O estudo mostra que o mercado de rental deixou de ser uma alternativa e passou a ser uma estratégia, pois, ao optar pela locação, as empresas não precisam investir na aquisição de equipamentos, liberando capital para utilização em áreas estratégicas, com foco em atividades que gerem valor e crescimento, além de reduzir a complexidade ao transferir a responsabilidade por serviços como manutenção e gestão de frotas. Isso mostra que nosso setor cresce porque resolve problemas reais”, afirma Paulo EstevPaulo Esteves, presidente da Analoc.e, presidente da Analoc.

Para Afonso Mamede, presidente da Sobratema, o setor de locação tem sido fundamental para atender às demandas das obras de infraestrutura e de outros segmentos, com eficiência, produtividade e previsibilidade de custos.

“O Estudo Sobratema do Mercado Brasileiro de Equipamentos aponta que o setor figura entre os maiores compradores de máquinas da linha amarela no país, ressaltando sua capacidade de oferecer ao mercado a mecanização necessária para construir as estruturas demandadas pela sociedade”, destaca.

O rental responde por 0,4% do Produto Interno Bruto (PIB), um percentual significativo para um setor ainda em expansão. Regiões e países com mercados mais maduros, como Europa e Estados Unidos, representam cerca de 0,15% e 0,26% do PIB, respectivamente.

"Temos um grande potencial de crescimento, pois ainda existem regiões com baixa penetração. À medida que ampliamos nossa organização e entregamos ainda mais produtividade, disponibilidade e segurança aos clientes, certamente haverá uma expansão ainda maior. Isso significa que temos uma lição de casa a fazer”, avalia Eurimilson Daniel, vice-presidente da Sobratema e diretor da Analoc.

O Rental Market Report aponta que a Região Sudeste representa 60% do mercado, seguida pelo Nordeste (15%), Sul (13%), Centro-Oeste (7%) e Norte (5%). São 50 mil empresas atuantes no setor, que emprega 200 mil funcionários e apresenta uma penetração de 40% na relação locação versus propriedade.

Para Daniel, a confiança no mercado veio sobretudo com a disponibilidade de equipamentos e com os investimentos das empresas, além da entrada do mercado financeiro, que conferiu maior relevância ao setor, hoje com capacidade para atender à demanda.

"O mercado é muito pulverizado, com pequenas empresas atendendo mercados regionais, médias companhias voltadas a obras de maior porte em todo o território nacional e grandes empresas bem estruturadas para atender a todo tipo de demanda”, explica.

Entretanto, o setor enfrenta desafios que passam pela macroeconomia, como a alta taxa de juros. Por ser intensivo em capital e apresentar altos custos operacionais, as empresas precisam de fluxo de caixa; caso contrário, isso limita ainda mais a contratação de mão de obra especializada, que é outro gargalo atual.

Na avaliação de Daniel, o estudo é um divisor de águas, uma vez que utiliza a mesma metodologia de parametrização adotada na Europa, valorizando as empresas, os segmentos atendidos, as regiões brasileiras e os produtos locados.

“Trata-se, portanto, de um panorama de mercado que reforça a relevância do rental para o país e sua contribuição para o desenvolvimento econômico e social.”

Para acessar o estudo, acesse o site oficial da Analoc.

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