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Desempenho de implementos rodoviários sobe 12,5% em relação a janeiro

Segmento Pesado teve 15,5% de crescimento no 2º mês do ano, assim como o segmento Leve, que registrou variação positiva de 9,9% no período

Assessoria de Imprensa

10/03/2026 10h39 | Atualizada em 10/03/2026 10h44

A indústria de implementos rodoviários apresenta sinais de recuperação.

Em fevereiro, foram emplacadas 9.870 unidades, ante 8.760 equipamentos em janeiro de 2026, o que representa crescimento de 12,5%.

O segmento Pesado registrou crescimento de 15,5%, com 5.007 unidades emplacadas no mês passado, contra 4,335 equipamentos em janeiro.

Já o segmento Leve apresentou curva ascendente de 9,9% em fevereiro, com a comercialização de 4.863 produtos, ante 4.425 unidades em janeiro.

“Essa reação do mercado pode ter influência do agronegócio, com a safra em andamento, e do programa Move Brasil, que trouxe reflexos positivo

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A indústria de implementos rodoviários apresenta sinais de recuperação.

Em fevereiro, foram emplacadas 9.870 unidades, ante 8.760 equipamentos em janeiro de 2026, o que representa crescimento de 12,5%.

O segmento Pesado registrou crescimento de 15,5%, com 5.007 unidades emplacadas no mês passado, contra 4,335 equipamentos em janeiro.

Já o segmento Leve apresentou curva ascendente de 9,9% em fevereiro, com a comercialização de 4.863 produtos, ante 4.425 unidades em janeiro.

“Essa reação do mercado pode ter influência do agronegócio, com a safra em andamento, e do programa Move Brasil, que trouxe reflexos positivos, mesmo não sendo direcionado ao nosso setor”, avalia José Carlos Spricigo, presidente da ANFIR.

A reação acontece após a implantação do programa Move Brasil, lançado em janeiro, para incentivar a renovação da frota de caminhões.

A iniciativa já tem R$ 4,2 bilhões em créditos contratados do total de R$ 10 bilhões à disposição.

O volume de emplacamentos de caminhões em fevereiro, de acordo com dados da Fenabrave, foi 3,7% superior a janeiro.

“Está clara a influência do Move Brasil no desempenho dos fabricantes de caminhões, mas resta saber se o mercado de implementos rodoviários seguirá sendo impactado”, diz o executivo.

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